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terça-feira, 21 de junho de 2011

Quando você fica velho?
Quando sente o corpo se desfazer? Quando sente que não realiza mais tão facilmente alguns movimentos? Ou quando suas idéias começam a ficar tão rígidas quanto o corpo, denegrindo-se no mesmo compasso? Acho que é bem mais complexo que isso...

Sinceramente não sei, mas há algum tempo penso nisso. Com 33 anos não me sinto velho, mas sinto os respingos do tempo me acertando, um pouco gélidos, um aviso e um preparo para o inevitável mergulho final - É bom ir se acotumando com a temperatura - diz.

Eu gostaria de me manter jovem. Ao menos até onde conseguir. Ainda há tanto que quero fazer. E acho que tenho bastante tempo pra isso, apesar desses milhares de ponteiros que me dizem o contrário.

O engraçado do tempo é que ela gosta de agir sorrateiramente, igual criança que gosta de aprontar. Repare.
Quando você o está olhando de frente, cara-a-cara ou finge que desencana e só olha de canto de olho ele fica comportadinho, se arrasta, parece dizer: "Ei, vc não tem nada melhor pra fazer? Ou pior? Tô nem aí, simplesmente pare de me olhar! Você está me oprimindo!"
Aí vc atende a solicitação. Quando nota, pergunta: "Quando foi tal coisa?" A resposta geralmente surpreende e confunde. "Não pode ser! Já? Tudo isso?" Eis a açao do tempo.

Maldito tempo. É isso que dá deixá-lo brincar sem supervisão. Você vai acabar tendo que juntar alguns cacos por aí. E pra maioria, não existe cola.

"...8,9,10!"

Nunca fui de demonstrar minhas fraquezas e medos.
Pq nunca tinha com quem fazê-lo. Nunca tive amigos que eu achasse que me entenderiam ou que merecessem ser incomodados com as minhas mazelas.
Mas muitos sabem que eu não sou de me abrir e demonstrar o que me aflige e por isso mesmo me incentivaram a fazer o contrário.
Bem, um dia eu fiz. Uma mísera vez baixei a guarda e ensaiei contar o que estava sentindo.
Recebi... Não, não, tomei. Tomei um murro de indiferença e lona.
Acabou ali minha relação com o treinador. Voltei a treinar sozinho.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

...

Esses dias parei para pensar: todo os dias fazemos sacrifícios por aquilo que queremos. Mas até que ponto ou quanto estamos dispostos a sacrificar?

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Criação...

Gostaria de saber escrever com todas as letras, seguidas, fazendo sentido... E assim criar algo. Como se as palavras fossem cadeias de DNA.

Política...

Confesso que não sou muito politizado. Nos meus anos de vida, nunca me interessei por isso, e neles também presenciei mais fatos negativos do que positivos (vide Collor, Anões, Mensalão, etc).
Mas uma coisa que me incomoda muito, muitíssimo é essa defesa com unhas e dentes e totalmente unilateral dos partidários, sejam eles do partido que for, como se seu partido e suas doutrinas sejam as melhores.
E cada partido tem seus seus xiitas.
Não suporto esse lance todo de que "ah, fulano, do meu partido, fez isso e isso e isso...e fulano do partido tal, não fez."
Mano, se fez, não fez mais do que a obrigação. Ponto. Cala a boca e faz mais. O outro que não fez, não fez pq? Não fez nada ou fez outras coisas? Fez. E se fez, não fez mais que a obrigação. Ponto. (Se não fez nada, tem mais que se fuder mesmo. Aí perdeu a razão.)
O que não dá é querer cobrar que todas as coisas que precisam ser feitas sejam feitas por um grupo só, quando ele estiver no poder. Porque? Porque voce não governa sozinho.
Tipo, eu tô no poder e tenho meus amiguinhos, que me apoiam. Mas preciso dos outros componentes de um todo, para poder fazer o que tem que ser feito. Só que os outros componentes, não são meus amiguinhos, então, mesmo que meu projeto seja ótimo, quem não é meu amiguinho, confabulará para que meu projeto não seja aprovado, pois "tem que haver oposição*" e tb "não vou dar cartaz a esse carinha que está ai com esta ótima idéia. Quando eu, ou algum amiguinho meu estiver com o cetro, colocamos outro nome nessa idéia e a implantaremos e seremos bem vistos pelos olhos da sociedade e lembrados no futuro e bla-bla-bla..." Não é por aí? Preste atenção...
E nessa época eleitoral pipoca na internet os mais diversos textos e e-mails do tipo "saiba a verdade sobre o fulano", "saiba o que fez fulano no passado", e todos textos ferrenhos e completamente convincentes e embasados, que vc lê e fala, "puxa, é mesmo"... Mas mano, me responde duas coisas:
1- É tudo verdade? Você sabe, pesquisou, estudou, confirmou e pode dizer com plena convicção própria que é verdade?
2- Você teria a completa, indiscutível e imaculada trajetória de vida, para julgar isonomicamente alguém? Você, político e afins que formulam esses "dossiês", pode? Você pode? Eu posso?
Eu respondo por mim: não posso. Simplesmente pelo fato de ser justo. E não estou defendendo ninguém, muito pelo contrário, e nesse quesito (ataques partidários) quero mais é que se fodam.
Quero aqui apenas expor meu ponto de vista e com isso incentivá-lo a fazer o mesmo: sempre antes de tomar partido, fazer uma reflexão, ponderar justamente e aí sim ter base e argumentos para sair por aí defendendo com unhas e dentes seu "partido", seja ele em qualquer esfera: pessoal, social, ideológico, familiar, cívico e por final, político.

Enfim... NÃO FODE! XD

*Não estou dizendo que não deve haver oposição. A oposição é necessária num espaço democrático, mas num cenário multipartidário como o nosso, a oposição tende muitas vezes a ser demagógica e de carater meramente contestatório.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Não, mano. Não...

Ok. Essa semana eu vi uma coisa no trem que eu tinha que escrever algo sobre.
Esses looks "roqueiro" (leia-se aqui bandinhas-vulgo-emo-do-momento), com calça skinny, uma camiseta/camisa, um casaco de moleton, etc, até passa, tem uns que acertam. Ah! E esqueci: o chapéu fedora. Mas compra um chapéu, manolo. COMPRA! Não me usa um chapéu com uma faixa escrito: "Oktoberfes-Blumenau-SC". Putamerda.

sábado, 15 de maio de 2010

Enem

Esses dias estava a confabular comigo mesmo, tentando ME explicar o pq de a maioria das pessoas não terem o mínimo de respeito, cultura, sabedoria, etc...
Cheguei a conclusão que o erro está na educação. E não culpo a escola em sim, pq todo mundo vai pra escola, uns poucos pra estudar realmente e uns muitos por obrigação, pra marcar presença e fazer o mínimo necessário pra ir para a próxima etapa.
Nisso, eu imaginei um plano bem radical, mas que, no fundo, no prazo de execução dele, ou seja, 30 anos, não seria assim tão terrível. Se aplicado agora sim, sobraria, olhe lá, 1/4 da população. Haha.
Eu imaginei um decreto, que instituiria o ENEM (Exame Nacional Errou, Morre! Huahha). Tipo, a partir do ano que vem, toda a geração de estudantes daqui até os próximos 30 anos, teria que se esforçar muito, estudar bastante, se dedicar o mínimo possível para ter um certo grau de cultura, inteligência e civismo. Ao findar dos 30 anos, seria realizada uma prova e o aluno que não atingisse a nota de 5,0 (ou seja, 50% da prova), morria. É, isso mesmo, um troço bem espartano, igual quando nasciam os bebes que eram avaliados se eram uteis a sua sociedade, se não fossem, eram descartados.
Pra não me chamarem de carrasco, seguem exemplos do conteúdo do teste, que consistiria de questões simples, tais como:

"Quem foi Beethoven?"
a) Um dançarino de axé.
b) Um compositor.
c) Um escritor.
d) Aquele cachorrão do filme.

"Quando paramos numa escada rolante, devemos:"
a) Parar do lado esquerdo da escada.
b) Parar no meio da escada.
c) Parar no lado direito da escada.
d) Nenhuma das anteriores, nunca se deve parar numa escada rolante.

E por aí vai, sabe, essas coisas básicas, simples.
Enfim, a idéia, em modo grosso foi essa. Hahaha. Mas eu aposto que nessa época, tudo seria bem diferente do que é hj. Com certeza.